A doxiciclina que você prescreve pode estar no esquema errado.
Uma vez ao dia ou de 12 em 12 horas? Não é a mesma coisa, e a resposta atual não é a que a maioria usa.
🔒 A resposta na Noite 1
Teste rápido, sorologia e PCR não fecham o diagnóstico sozinhos. Você vai aprender a ler o que hemograma, bioquímica e urina contam juntos, conhecer as atualizações que mudaram a conduta (algumas de 2026) e decidir o próximo passo com segurança, em casos reais resolvidos ao vivo.
A maioria dos clínicos ainda conduz a erliquiose com o que aprendeu na graduação. Só que a ciência não parou por lá: algumas dessas atualizações são de 2026, e várias vão direto para a sua receita.
Uma vez ao dia ou de 12 em 12 horas? Não é a mesma coisa, e a resposta atual não é a que a maioria usa.
🔒 A resposta na Noite 1Por décadas, todo mundo aprendeu o mesmo nome para o vetor da erliquiose. Ele mudou, e isso muda a forma de olhar para o risco do seu paciente.
🔒 A resposta na Noite 1Ele entra em muita receita por hábito. Saber quando ele ajuda, e quando atrapalha, separa o tratamento certo do que só parece certo.
🔒 A resposta na Noite 1O carrapato não é o único caminho. Existe uma via de transmissão que quase ninguém considera na hora de montar o diagnóstico diferencial.
🔒 A resposta na Noite 1O cão está com o comprimido em dia e mesmo assim positiva. Não é falha do produto, é a forma como ele age. Entender isso muda o que você diz ao tutor, e o que você deixa de descartar.
🔒 A resposta na Noite 1Quando o diagnóstico é decidido por um teste só, o erro não fica no laudo. Ele vai para a receita. Três decisões parecem cuidado e podem custar o paciente:
O cão melhora, ou não melhora, e você fica sem saber o que tratou. Enquanto isso, a causa real da trombocitopenia continua sem investigação.
O comprimido em dia reduz o risco, mas não zera. Dose atrasada, peso desatualizado, infecção anterior ao início da prevenção: e a hemoparasitose sai da lista quando deveria estar no topo.
Sem descartar Babesia antes do corticoide, o tratamento que deveria salvar pode piorar o paciente.
Nas duas noites, você vai ver em casos reais como os exames mostram quando o tratamento está no caminho errado, antes que o paciente mostre.
Para quem não é: é um conteúdo técnico, feito para o médico-veterinário que atende na clínica de pequenos animais. Patologistas clínicos que querem se atualizar também aproveitam. Não é para tutores.
O caminho de decisão, do hemograma ao próximo exame. Você usa na primeira noite, com os casos, e no seu próximo plantão.
Usado na noite 1Teste rápido, sorologia, PCR e hemograma seriado, cada um no momento certo da doença. Uma página, para consultar na hora de fazer o pedido.
No próximo pedido de exameOs comentários de morfologia que aparecem no laudo (agregado plaquetário, inclusões, esferócitos, policromasia) e o que cada um muda na sua conduta. Você usa no próximo laudo que chegar.
No próximo laudoA ficha que você preenche na segunda noite para resolver um caso completo junto comigo, e que depois reutiliza com os seus pacientes.
Preenchida na noite 2Por que o teste rápido dá negativo na fase aguda, por que a sorologia positiva não significa infecção ativa, e o que o hemograma mostra antes de qualquer teste. Por que você quase nunca vai ver a mórula, e por que o carrapaticida em dia não tira a erliquiose da lista. E as atualizações que mudam a conduta: esquema da doxiciclina, vetor, corticoide, transmissão e o que o carrapaticida oral realmente protege.
Na práticaResolvemos casos reais com o Fluxograma de Trombocitopenia, e eu passo um desses casos no ChatGPT, ao vivo, para você ver onde a resposta falha.
Qual teste pedir em cada fase, e como ler o hemograma de um cão com suspeita de Ehrlichia.
Babesia ou anemia imunomediada, e por que essa confusão custa caro. Anaplasma e a trombocitopenia que vai e volta. Coinfecções: quando a mesma picada traz mais de um agente. E como os exames de acompanhamento mostram se o tratamento está funcionando ou se o diagnóstico precisa ser revisto.
Na práticaPreenchemos juntos a Ficha de Engenharia Reversa de um caso completo, do hemograma à conclusão.
Um raciocínio que funciona para as três doenças, e os quatro materiais prontos para usar na rotina.
O ingresso custa quarenta e sete reais. É barato de propósito: o preço não deveria impedir nenhum veterinário de sair desse evento com um raciocínio mais seguro para o próximo caso.
E não é de graça porque evento gratuito enche de gente que se inscreve e não aparece. Duas noites de casos reais funcionam para quem está presente, com o fluxograma na mão, perguntando. O valor existe para garantir que quem entra esteja lá. Por isso também não há reprise: o ingresso dá acesso às duas noites ao vivo, não à gravação.
Eu sou João Baqui, médico-veterinário formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com especialização em Patologia Clínica Veterinária e mestrado em Patologia Clínica Animal pela UNESP de Botucatu. As hemoparasitoses foram o tema do meu TCC e do meu mestrado. Todos os dias, elas passam pela bancada do Lab In, o laboratório que fundei, numa região endêmica.
Fui professor por seis anos na UNIFACCAMP e hoje dou aula de patologia clínica em pós-graduações da ANCLIVEPA-SP, da UFAPE, da EBRAMEV e do Hemoverso. Montei este evento porque vejo na rotina o mesmo erro, o diagnóstico decidido por um teste só, e porque a Engenharia Reversa dos Exames resolve isso.
Você quer parar de decidir hemoparasitose pelo resultado de um teste só. Em duas noites, vamos resolver casos reais de Erliquiose, Babesiose e Anaplasmose ao vivo, e você sai sabendo qual exame pedir, como ler o laudo e qual o próximo passo para o próximo cão que entrar no seu consultório.